Obscurece a visão, enrigece o corpo
Fecha a expressão e as mãos
Aperta com força o coração
Que na vingança fica absorto
Faz querer desmanchar tudo a sua volta
Destruir tudo sem razão aparente
Faz a raiva consumir toda a mente
Sem o menor controle o pranto se solta
O bom humor em pedaços é dilacerado
Frágeis tentativas não animam e tudo é vermelho
A ponto de não reconhecer a face frente ao espelho
De olhar para um amigo e esquecer ser amado
Mas o ódio não traz solução
Só mais e mais destruição
A calma é necessária, então.
Escrever sobre acalma
Aquieta a alma
Faz ver a cor alva
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
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