Espera. A primeira barreira... Não conseguia ler, não conseguia falar.
Só olhar fixamente para a porta q minha amiga acabara de entrar
Desviava quando me chamavam, tentei de todas as formas
Mas no fim, olhei fixamente para o que eu teria de enfrentar
Sem saber o que era...
Chamam meu nome. Meu coração bate mais forte.
Minha amiga tenta me passar forças
Mas tudo é alheio a mim
A única sensação é de medo. Desconhecido.
Não me senti preparada.
Ouve-se uma voz. Eu sei de quem é mas ele não esta entre nós
Me pede e a outros nove nervosos para subir ao palco
Luz. É tudo o que vejo. Não vejo mais nada.
Eu estava no lugar errado. Me mudei, disse meu nome.
Não acompanho o ritmo. Me sinto um fracasso. Tento...
Depois ele desce. Sei que viu meus erros.
Um exercício de troca de cenas... Tentei, nunca tinha feito nada parecido.
No fim, eu podia apresentar algo, cantei. Talvez tenha melhorado, talvez não.
Fiz o que consegui, fiz o que no momento pude. E a partir do momento que saí de la tenho tentado me convencer disso.
Fui grossa com quem não tinha nada a ver. Fui uma péssima amiga.
A todo momento que eu estava la eu tremia. Eu não sabia se o que fazia era certo ou não.
O nervoso quebrou toda a minha intensidade. Foi bom. Bom pra saber como é e quem sabe em uma próxima vez não quebrar a cara. Não sei se quebrei agora. Mas...
Peço que eu passe. Mais que tudo nesse mundo eu quero estar lá.
Eu sei que vou sofrer muito se eu não estiver, eu quero muito estar.
Não quero ser platéia pro resto da vida, quero viver o rituais da alegria.
Mas se não for por esse caminho, será por outro. Me convecerei disso.
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